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Meio limão

Meio limão

Qui | 21.02.19

Amizade depois de ser mãe.

"Quando engravidei conheci os meus verdadeiros amigos" - quantos de nós não ouvimos já isto?

Vejo muitas vezes, principalmente em mães jovens, a queixa relacionada com o afastamento de amigos, da exclusão de certos momentos e da ausência de convites para festas das quais costumavam fazer parte.

Não digo que não exista, de facto, afastamento, mas isso não acontece só na gravidez, acontece sim ao longo de toda a nossa vida. Muitos são os motivos que levam amigos a seguir diferentes rumos, e o afastamento acontece de ambas as partes.

Algumas pessoas tornam-se grávidas queixinhas e focam todo o seu interesse e concentração em conversas sobre maternidade. Outras estão numa fase da vida em que não se imaginam com filhos, e portanto o tema maternidade está fora das suas conversas de café.

Fases da vida. É disto que se trata. Não se trata apenas de afastamento sem motivo, mas sim de entender que a vida tem diferentes fases, e não há fases certas ou erradas, há apenas aquelas que escolhemos ter.

Em resumo, para os amigos das grávidas, tentem não se afastar, mesmo que elas estejam chatinhas, dêem o desconto das hormonas!
Grávidas desta vida, não culpem só os vossos amigos, tentem agir com mais paciência,saiam um pouco dessa redoma onde se fecham e tenham em conta que, por vezes, os convites não chegam porque alguns locais não são os melhores para grávidas, mesmo quando a festa é das boas!

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Qui | 14.02.19

"do teu Valentim"

Fui pesquisar a origem do Dia dos Namorados e falando de algo que aconteceu há muito tempo, temos sempre de acreditar na palavra de outras pessoas.

Por isso, vamos acreditar que, por altura do século III, o Imperador Cláudio II, tinha a pretensão de criar um poderoso exército romano e para que os jovens se concentrassem no esforço de guerra, decidiu proibir por tempo indeterminado a celebração de casamentos.

Até aqui estava tudo bem, se o pessoal da altura não quisesse casar e se juntassem apenas.
Mas como o amor vence tudo, até mesmo um imperador romano, o Bispo Valentim, homem de coragem e romântico incurável, contrariou as ordens vigentes e continuou a celebrar matrimónios clandestinamente. Mal ele sabia..

Claro que numa história onde existe amor, terá também de existir tragédia. E de facto, após ser descoberto, Valentim foi preso e condenado à morte.
Até ser executado Valentim foi sempre muito acarinhado pelo povo e recebia flores e bilhetes anónimos que demonstravam o apoio, consideração e expressavam a crença de que o amor continuava vivo.

Reza a história, que durante o período de encarceramento de Valentim, a filha do carcereiro, que era cega, terá pedido para o visitar e Valentim apaixonando-se por ela devolveu-lhe milagrosamente a visão.

Antes da sua execução, Valentim escreveu um bilhete de despedida para a sua amada, o qual assinou como "do seu Valentim", tendo assim protagonizado uma das expressões mais conhecidas de sempre, ainda hoje utilizada entre os casais.

O dia de S. Valentim ficou assim conhecido pela ousadia de um homem que acreditava no amor, e é celebrado por milhares de pessoas ao redor do mundo.

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Qua | 13.02.19

Sobre as relações amorosas & pessoais.

Teremos todos o mesmo limite mas uns sabem evitá-lo melhor que outros? Na realidade quanto devemos nós suportar até realmente pegarmos em nós, e no nosso amor próprio, e sobrepo-lo ao amor que sentimos por outrém?

Todos os dias vejo relacionamentos baseados em ilusões, em vidas que não existem, e em pessoas que nunca mudarão. Até quando é aceitável esperarmos que alguém mude? E mais, é isso que realmente devemos fazer?

Quanto a vocês não sei, mas aquilo que me rodeia é comodismo sentimental. Pessoas que agarram com unhas e dentes relações que estão condenadas ao fracasso desde início, casamentos desfeitos, namoros em cacos, amizades que não mais existem.

O que tenho aprendido com isto é que devemos sempre deixar para trás quem já não nos acrescenta. Se por algum motivo, em alguma altura, foi para nós importante, e agora está na hora de deixar de ser, deixemos ir.

Deixemos ir aqueles que não nasceram para ficar. Aqueles que não foram talhados para enriquecer a nossa vida. Abram mão daquilo que vos pesa, que vos stressa, que vos faz sentir mal. 

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